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Ansiedade entre o alerta e o esgotamento

Ansiedade não é inimiga. Também não ocupa o lugar de heroína. Ainda assim, a sociedade contemporânea insiste em transformá-la em personagem central de uma narrativa dividida entre combate e romantização. Em alguns discursos, ela surge como falha emocional. Em outros, aparece quase como combustível para produtividade, desempenho e vigilância constante. Entre esses extremos, perde-se a…

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